Como evitar que a criança engasgue com alimentos e o que fazer se isso acontecer

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No post anterior, contei do susto que passei com Valentina, depois que ela engasgou com um pedaço de morango. O texto em questão está bem detalhadinho, então não vou repetir tudo aqui, pois que não sou prolixa desde 2018. Em resumo: não foi bem um engasgo, mas o susto foi proporcional. Depois ficou tudo bem e eu tirei boas lições disso tudo. Algumas, que já sabia, mas que deixei passar batido, graças a vida atribulada de uma mãe de criança pequena. Enfim, passou. Mas prometi que ia dar umas dicas e falar um pouco mais sobre o tema em si. Esse é o post de hoje. Ora, como evitar que crianças pequenas engasguem com alimentos? E por que isso é tão comum?  Continuar lendo

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Não deixe a rotina atropelar sua vida

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O post de hoje não era sobre isso. Mas quando algo emana tão profundamente do meu coração, que não consigo pensar em escrever sobre outra coisa, parece que o texto já está pronto na minha mente só esperando uma digitação básica. Eis que o post de hoje nasceu justamente disso: de um conflito interno como mãe (ô, como são muitos!) justamente por que eu não estava prestando a atenção que deveria ao que estava fazendo. E essa falta de atenção me causou um baita susto. Peraí, vou explicar. Continuar lendo

Sobre perder a paciência com os filhos

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Existe uma situação que ninguém gosta de passar, mas que, cedo ou tarde, acaba acontecendo com todos nós: perder o controle. Sentir raiva, explodir, descontrolar-se. Seja no trabalho ou em casa, ou até mesmo na solidão da nossa mente, em algum momento todo mundo sente essa irracionalidade absurda, que nos leva para máres nunca dantes navegados, e que, geralmente, é um oceano que não queremos voltar jamais. A raiva é um sentimento autodestrutivo e machuca, não somente nós mesmos, mas quem está a nossa volta. Ora, por que estou falando disso? Porque ser mãe é estar sempre a um passo de perder a paciência para ela nunca mais voltar. Continuar lendo

“Meu bebê luta contra o sono” – Saiba por que isso acontece

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A cena é clássica: mãe exausta tenta colocar o bebê para dormir, mas, ao invés de ir fechando os olhinhos graciosamente e embarcar no sono, o pequeno parece que desconhece o que é fechar os olhos, chora, grita, esperneia, mas não dorme. Não importa a quantidade – e qualidade – das canções de ninar, as tentativas de amamentar, os balanços e remelexos para fazer a criança dormir. Nada adianta. A mãe passa a desconfiar que tem um pequeno “do contra” em casa, que vê o sono como inimigo. Em algum momento, a mãe cansada presencia um pensamento a dançar dentro do seu cérebro, não importa o quão irracional pareça, a ideia fixa segue bailando: esse seu filho nunca mais vai dormir, nunca mais dormir, nunca mais… Continuar lendo

A mãe está só

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Na gestação é que tudo começa. Embora rodeada de confetes e palpites, o que mora na mente da grávida é um medo enorme da responsabilidade que vai nascer junto com a criança. Ainda que as pessoas falem que vão ajudar, que ela tem sorte, que filho é uma benção, que tudo vai dar certo; existe sempre um sussurro de que ela vai penar um bocado também. O bebê já demanda e ainda nem nasceu. No fim da gestação já não a deixa dormir, dá altas dores de coluna, incha o corpo todo e chuta, chuta, chuta. Em meio a tudo isso, existe a grávida que não aguenta mais. Que quer o bebê nasça logo, pois não aguenta mais se arrastar com aquele barrigão, que guarda um novo mundo, e por isso parece pesar toneladas.  Continuar lendo

Sobre a mãe que acha que não vai dar conta

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Quando minha filha nasceu, trouxe uma série de sensações novas à minha vida, mas uma das mais imediatas e angustiantes foi o medo. Ah, como eu sentia medo! De tudo. Mas, principalmente, de não dar conta de ser mãe. Um erro naquela tarefa poderia ser fatal, como deixar o neném dormir de bruços e ele sufocar, escorregar no banho com o bebê no colo e ele bater a cabeça, e tantas outras hipóteses que só tinham um desfecho. Eu temia porque não conhecia aquele sentimento de ser responsável por uma outra pessoa, inteiramente, integralmente.

Em meio a lágrimas de cansaço, de emoção e de medo, eu chorava também de desespero. E, depois de algum tempo, descobri que esse sentimento não era incomum, muitas mães passavam por isso. E é para elas que quero falar hoje. Apenas para dar um recado um pouco longo. Ei, você que me lê e acabou de ter um bebê: você vai dar conta desse negócio!

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10 dicas para evitar as birras

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Eu não gosto da palavra birra, pois a considero simplista demais. No entanto, não existem sinônimos, e já que não tem outra, vai essa mesma. A birra.

Ah, como ela enche de trevas nosso pobre coraçãozinho de mãe! Como ela teima em vir nos piores momentos possíveis, sempre que estamos cansadas, em público ou tremendamente estressadas. Eu já falei delas aqui, mas no post de hoje eu quero dar algumas sugestões para desarmar essas bombas. Nem sempre é possível, porque birras fazem parte do desenvolvimento cerebral das crianças, que não sabendo lidar com a frustração, entram em profunda crise e fazem aquela cena que conhecemos. Mas, de vez em quando, dá para evitar. E algumas coisas podem ajudar, nesse sentido. Quer saber quais? Vem comigo!

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A criança interior: por que é essencial nos conectarmos a ela

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O que vou falar aqui vai parecer um pouco místico, mas não é. Dentro da gente estão presentes todas as etapas de nossa vida: do bebê ao adulto que você é hoje. E dentro desse montes de “eus” que existem em você (não se perca, por favor, na minha narrativa) existe, principalmente, a criança que você foi. Já parou para pensar nisso? Dentro de você existe sua versão mais essencial, a que foi construída durante a sua infância. E essa criança é basicamente tudo que você é hoje. 

Meu post de hoje é para falar justamente disso, da nossa criança interior. De como a gente desaprende a olhar e cuidar dela, e de como nós, mães e pais, temos a linda oportunidade de acessar essa criança graças a convivência com nossos filhos pequenos, mas muitas vezes negligenciamos isso, ou nunca paramos, de verdade, para pensar nesse papo que parece meio doido.

Mas não é. Continuar lendo

Agressividade infantil – Como lidar

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Sempre falo aqui da importância do exemplo na educação dos filhos. E esse é meu norte absoluto para tudo. No entanto, sejamos honestos, ninguém é perfeito. Eu também não. Acontece que minha filha está vendo diariamente as minhas atitudes, como lido com as emoções, como me expresso, como me relaciono, e tudo isso está sendo assimilado pelo cérebro de criança dela. De que forma é um mistério, mas algum impacto, obviamente, vai existir.

Ora, por que estou dizendo isso? Por que recentemente fui surpreendida por uma das professoras da escolinha dela: ela me disse que há alguns dias a Valentina estava muito agressiva, e ela não entendia por que, pois que não existe menina mais doce na face da Terra (palavras dela, não minhas, só floreei um pouco…rs). Esse chamado me fez refletir sobre mim mesma. Sobre como eu estava ensinando – sem querer – minha filha a ser agressiva. Eis o motivo desse post.  Continuar lendo

Sobre quando odeio ser mãe

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Ninguém é feliz o tempo todo. E as escolhas que a gente faz – ou que chegam até a gente – sempre surgem envoltas em material bom e ruim. Ninguém é feliz o tempo todo, embora seja essa nossa utopia. Muitas vezes desejamos um passado que não volta ou um futuro que não chega, e deixamos o presente no único lugar onde ele não deveria ficar – no esquecimento. Quem passou pela experiência da gestação e do parto – serão para essas que vou falar agora – carrega em si, para sempre, a marca indelével da maternidade. Não existe ex-mãe, esse é um nome que já nasce para ser eterno. Continuar lendo