Terceirizar os filhos é sempre uma péssima escolha

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Na época da minha gestação, fazia planos de que, ao voltar da licença maternidade, iria colocar a Valentina em um berçário. Pronto, acabou! Não gostava muito da ideia de babá, e nem pensava jamais em parar de trabalhar. Na minha cabeça era tranquilinho: eu ia ali ter um bebezito, e já voltava ao mercado de trabalho. No entanto, bastou nascer para eu ver que teria bastante dificuldade de seguir meu cronograma perfeito de uma carreira que estava só começando. A dificuldade era que eu tinha me tornado mãe, amava aquela pequenininha mais que tudo nesse mundo, e tinha uma responsa tremenda, que era minha, quase que totalmente.

Por que estou dizendo isso? Há um tempo li um texto da Rita Lisauskas – que eu adoro, considero uma irmã de mentalidade materna, só que com muito mais grana e fama…hahaha – abordando a questão das escolas que fazem TUDO pelos pais, em troca de, evidentemente, uns dinheirinhos de gente bem rica. Enfim, nesse material ela fala a respeito do quanto estamos terceirizando nossos filhos, e isso me acendeu  a luzinha da vontade de falar sobre isso também. Lembrei que simplesmente tive uma tremenda dificuldade de deixar minha pequena aos cuidados dos outros,  quando retornei ao trabalho. Berçário então, nem se fala. Logo desconsiderei pela grande verba que eles exigem e também por que não queria deixar a Valentina com desconhecidos.
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10 brincadeiras que SEMPRE fazem sucesso entre as crianças

Brincadeira de crianca

O post de hoje é levinho, levinho. Também prometo ser breve, pois tenho muita série atrasada para assistir (brinks….quer dizer, tenho mesmo). Ando bem interessada em descobrir brincadeiras diferentes para fazer com a minha filha, tendo em vista que passo 24 horas por dia com ela, e haja imaginação para entreter a pequena. Pois bem, nessa minha andança por esse universo, percebi que existem algumas brincadeiras que as crianças adoram sempre, não importa. Sei isso pela Valentina, por todas as crianças que já convivi e por mim mesma, já que eu também já fui uma criancinha e adorava todas essas coisas que vou citar. Continuar lendo

A imaginação das crianças (e como isso pode mudar a visão de vida dos adultos)

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Não sei bem em que momento isso acontece, mas há uma fase em que a vida, a minha, a sua, a de todo mundo, vai ficando meio assim, sem imaginação. Parece que tudo é chato, tudo é obrigação, tudo é compromisso. Viramos adultos e toda aquela diversão que imaginamos existir na maturidade vira coisa da nossa cabeça, utopia de uma mente que um dia foi fértil. E a gente só percebe que ficou chato quando observa uma criança: ah, como elas são felizes, criativas, descoladas, espertas, simples.  Continuar lendo

Adolescência do bebê – Sim, eles também têm isso!

Terrible two

Lembro de um comercial antigo que mostrava uma criança se debatendo no chão do supermercado por querer algo. A mãe, claro, ficava envergonhada, e daí a publicidade terminava assim: Use camisinha!

Talvez você que me lê agora lembre, talvez não. Estou ficando um pouco vintage, têm referências minhas que os muitos jovens podem não entender. O fato é que, na época, eu adorava esse comercial. Achava o máximo. Hoje odeio. Acho tosco e nada a ver. Claro que mudei de ideia. Virei mãe. Pude ver na prática que uma criança é muito mais do que uma birra sem noção no supermercado. Hoje já sei que essa cena pode acontecer com QUALQUER PESSOA que tenha filhos, por mais educados que eles sejam.

Mas o fato é que essa cena me veio à memória por que andei lendo sobre uma fase muito temida pelos pais, e que a Valentina já começou a vivenciar: a adolescência do bebê. Tem gente que chama de Terrible Two, mas gosto mesmo é do bom é velho português. Essa fase, que começa mais ou menos quando a criança tem 1 ano e meio e pode durar até uns três, quatro anos, é linda de viver. Muito choro, “não vou fazer”, ataques de birra em público, e por aí vai. Se você tem uma criança passando por isso em casa, saiba que esse comportamento nada agradável é absolutamente normal. Vou mostrar por quê. Continuar lendo

Aprendam a amar as crianças

Crianças precisam de amor

Eu tinha um post em mente, já há algum tempo, que deveria versar sobre a dificuldade de cortar as unhas de bebês e crianças pequenas. Demorei um pouco para perceber que, às vezes, temos que apelar para uma técnica  chamada “na marra” e fim da história. Mas percebi que isso de cortar unhas não chegava a um post. Toda mãe acaba descobrindo qual a melhor forma de fazer isso. No entanto, essa ideia me levou a outra. Eis o post de hoje.

Como é difícil conviver com uma criança, não é? Continuar lendo

Cinco ideias montessorianas para ajudar no desenvolvimento das crianças

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Tem uma coisa que aprendi nesse tempo de maternagem (na verdade tem várias, mas vou ser sucinta hoje): um coração aberto para um filho que chega é uma oportunidade de autoconhecimento e de ampliação da nossa visão de mundo. Tendo em vista isso, eu venho pesquisando bastante sobre educação de crianças, e esse é um tema que me fascina muito. Olhando a forma como a minha filha se relaciona com o mundo chego cada vez mais a conclusão de que as crianças são mais sábias que nós, sob tantos aspectos, e chegam ao mundo com um potencial muito grande de felicidade. Por que estou dizendo isso? Por que li sobre Maria Montessori e me encantei com ela.
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