A criança interior: por que é essencial nos conectarmos a ela

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O que vou falar aqui vai parecer um pouco místico, mas não é. Dentro da gente estão presentes todas as etapas de nossa vida: do bebê ao adulto que você é hoje. E dentro desse montes de “eus” que existem em você (não se perca, por favor, na minha narrativa) existe, principalmente, a criança que você foi. Já parou para pensar nisso? Dentro de você existe sua versão mais essencial, a que foi construída durante a sua infância. E essa criança é basicamente tudo que você é hoje. 

Meu post de hoje é para falar justamente disso, da nossa criança interior. De como a gente desaprende a olhar e cuidar dela, e de como nós, mães e pais, temos a linda oportunidade de acessar essa criança graças a convivência com nossos filhos pequenos, mas muitas vezes negligenciamos isso, ou nunca paramos, de verdade, para pensar nesse papo que parece meio doido.

Mas não é. Continuar lendo

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Parte 3 – Como lidar com o uso de tecnologia na infância

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Agora, vem a parte 3 da trilogia, a mais esperada, a que vai explicar tudo e resolver todos os conflitos. Brincadeira. É só o último post da série sobre tecnologia, que eu comecei há alguns dias (não fale semanas, que não faz tanto tempo assim). O fato é que já provei (acho) por A + B na parte 1 e 2 dessa série que lidar com a tecnologia na infância carece de boas doses de sabedoria e jogo de cintura. Se não leu, não perca tempo, volta duas casas e lê os dois anteriores. Mas se não quiser, tudo bem, que você é livre para fazer o que quiser.

Abaixo, sem mais delongas, trago hoje algumas dicas tiradas de minha própria experiência, já que sou mãe, e também de tudo que li e vi por aí. São ideias de como lidar com a tecnologia na infância, de modo a usá-la a favor e não contra o bom desenvolvimento dos pequenos. Confere tudo que está coisa boa demais esse post.

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Crianças que vão para a escola ficam mais doentes?

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A entrada da Valentina na escola – como já contei aqui – foi meio no susto (para o horror do meu espírito virginiano). No entanto, a adaptação dela ocorreu, de modo geral, muito tranquilamente. Tudo lindo, tudo favorável, não fosse um detalhe: desde que minha filha entrou na escola, há cerca de 3 meses, ela disparou a ficar doente, sem nunca melhorar totalmente. E isso tem tirado meu sono, pois é claro que entra em cena a culpa materna, e minha vontade de voltar no tempo e mandá-la para a escolinha mesmo só lá para os cinco anos. Andei pesquisando – e eu meio que já sabia – que crianças que vão para a escolinha adoecem mais mesmo, principalmente, no primeiro ano. E você sabe por que isso acontece? Continuar lendo

Terceirizar os filhos é sempre uma péssima escolha

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Na época da minha gestação, fazia planos de que, ao voltar da licença maternidade, iria colocar a Valentina em um berçário. Pronto, acabou! Não gostava muito da ideia de babá, e nem pensava jamais em parar de trabalhar. Na minha cabeça era tranquilinho: eu ia ali ter um bebezito, e já voltava ao mercado de trabalho. No entanto, bastou nascer para eu ver que teria bastante dificuldade de seguir meu cronograma perfeito de uma carreira que estava só começando. A dificuldade era que eu tinha me tornado mãe, amava aquela pequenininha mais que tudo nesse mundo, e tinha uma responsa tremenda, que era minha, quase que totalmente.

Por que estou dizendo isso? Há um tempo li um texto da Rita Lisauskas – que eu adoro, considero uma irmã de mentalidade materna, só que com muito mais grana e fama…hahaha – abordando a questão das escolas que fazem TUDO pelos pais, em troca de, evidentemente, uns dinheirinhos de gente bem rica. Enfim, nesse material ela fala a respeito do quanto estamos terceirizando nossos filhos, e isso me acendeu  a luzinha da vontade de falar sobre isso também. Lembrei que simplesmente tive uma tremenda dificuldade de deixar minha pequena aos cuidados dos outros,  quando retornei ao trabalho. Berçário então, nem se fala. Logo desconsiderei pela grande verba que eles exigem e também por que não queria deixar a Valentina com desconhecidos.
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Entenda por que crianças pequenas acordam à noite

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O sono é um tema que sempre aparece quando se trata de maternidade. Todo mundo sabe que mãe não dorme, que a gente faz de conta muito bem, mas não dorme. Enfim, eu como representante da categoria também sei que meu sono não é a sétima maravilha do mundo, e isso por um motivo muito simples: até hoje a minha filha acorda à noite, pelo menos uma vez. São raras (ah, e como são raras) as noites em que ela segue linda e dorminhoca um sono de noite inteira. Conto nos dedos e dá vontade de chorar. Mas não me desespero. Sei que esse dia há de chegar, e por isso andei pesquisando sobre o sono das crianças pequenas, pois sono de bebê já falei um montão aqui, por exemplo nessa série de posts.

Pois bem, existem inúmeros motivos que levam uma criança pequena, como a Valentina, que agora está com dois anos e cinco meses, a ter um sono mais agitado. Vou listar abaixo (já que sou boazinha) os principais. E ainda oferecer de bônus as explicações da querida Laura Gutman, que sabe tudo de maternidade, sobre o sono das crianças após os dois anos. Enfim, fique aqui comigo, que esse tema dá bastante pano para manga. Continuar lendo

Cinco coisas legais de ser mãe

Coisas boas de ser mae

Como prometido, venho por meio desta (lembra disso?) mostrar que como tudo na vida, a maternidade também tem dois lados. Anteriormente, disse das coisas não tão legais, das dificuldades de todo dia na vida de uma mãe. Agora vou falar de alegria. De coisa feliz. De arco-íris, unicórnio e chocolate. Do que me faz essencialmente feliz por ser mãe, e tenho quase certeza que se aplica a grande parte das outras companheiras de maternagem. Pois bem, bora lá.

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10 brincadeiras que SEMPRE fazem sucesso entre as crianças

Brincadeira de crianca

O post de hoje é levinho, levinho. Também prometo ser breve, pois tenho muita série atrasada para assistir (brinks….quer dizer, tenho mesmo). Ando bem interessada em descobrir brincadeiras diferentes para fazer com a minha filha, tendo em vista que passo 24 horas por dia com ela, e haja imaginação para entreter a pequena. Pois bem, nessa minha andança por esse universo, percebi que existem algumas brincadeiras que as crianças adoram sempre, não importa. Sei isso pela Valentina, por todas as crianças que já convivi e por mim mesma, já que eu também já fui uma criancinha e adorava todas essas coisas que vou citar. Continuar lendo

Como fazer seu filho gostar de ler

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Ah…os livros. Como eu amo esse monte de papel reunido em torno de uma história ou de várias. Ler para mim é uma das coisas mais interessantes da vida. Sem exagero. Eu venero, adoro cheiro de livro, vou em uma livraria comprar um e saio com três (e já pensando nos próximos), trato alguns livros especiais como melhores amigos mesmo. Enfim, entendeu, né? Eu gosto de ler. 

Pois bem. Uma das coisas que mais quero é que minha filha divida comigo esse gosto. Daí você pode dizer.

— Lá vem a mãe projetando coisas na criança…

E eu respondo:

— Não seja tão ranzinza. Ler é bom para todo mundo, não é como se eu tivesse querendo que minha filha gostasse, sei lá, de lavar louça (sim, eu gosto. Me julguem).

Todo mundo sabe o quanto a leitura faz a diferença na vida de uma pessoa. Pessoas que leem se comunicam melhor, interpretam melhor, tem mais empatia (tendo em vista que estão o tempo todo vendo as coisas com os olhos de outras pessoas). Além disso, a leitura ajuda no processo de alfabetização (no caso das crianças), e melhora nossa escrita (fato comprovado por minha própria pessoa). Faz a gente conhecer o mundo do ponto de vista de pessoas completamente diferentes, de culturas diferentes, de lugares diferentes, etc. A gente passa a enxergar as coisas com outros olhos, fora que nosso vocabulário fica chuchu beleza. Continuar lendo

Como ensinar seu filho a lidar com as emoções

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Um dia eu fiz um teste com a Valentina.

Em meio à uma crise de birra, olhei bem para ela, e disse:

— Sabe por que você está assim? Você está frustrada e triste por não ter conseguido fazer o que queria.

Ela então, na mesma hora, parou de chorar e respondeu:

— Triste??

E foi parando de chorar, lentamente, enquanto eu conversava com ela sobre o que é ficar triste/frustrada.

Eu já havia lido a respeito. De como é importante que a gente ajude nossos filhos a identificarem e rotularem o que sentem, principalmente na primeira infância. No entanto, foi no livro que eu já citei aqui de John Medina – A Ciência dos Bebês, que entendi a fundo o que significa essa rotulagem de emoções e como ela pode ser determinante na futura felicidade dos filhos.
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Quer a felicidade do seu filho? Ensine-o a ter empatia

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Empatia. Trocando em miúdos é algo como colocar-se no lugar do outro, sentir em si o que o outro sente. Não é tarefa fácil. Algumas pessoas, talvez a maioria, não têm muito o costume de tirar a si mesmo do foco e enxergar o outro. Ainda mais na Era em que vivemos: na qual o “eu” é o mais importante sentido da existência. Acontece que nenhum homem é uma ilha (estou cheia dos clichês hoje, me perdoe) e nós precisamos uns dos outros muito mais do que imaginamos. Pois é. Pensando em todas essas coisas é que cheguei a conclusão de que ensinar o seu filho a ter empatia talvez seja um dos maiores presentes que você possa dar a ele e a humanidade.
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