Em defesa dos desenhos animados

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Há muito tempo eu não fazia um post polêmico e fiquei com saudade. Desde o “Seu bebê não precisa de chupeta” ou aquele outro sobre “Amamentação depois de 1 ano”, minhas mãos coçam por escrever algo para polemizar. Eis o post de hoje: assistir desenhos animados não faz mal nenhum e, na verdade, é uma ajuda e tanto para as mães. Continuar lendo

Dez mitos sobre cuidados com o recém-nascido

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Chegou o dia do post em formato de listinha. Como venho dizendo sempre adoro tudo que vem em formato lista. Leio todas que encontro e faço lista para tudo. Por isso pensei em um tema que tem bastante adequação para esse tipo de post: mitos!

Ah, como eu gosto dessas crendices! Fico encantada quando alguém vem dizer que recém-nascido tem que dormir virado para a posição sudoeste, caso contrário vai ficar com uma verruga no nariz. É tanta coisa que a gente ouve quando está naquela fase complicada do pós-parto, morrendo de medo de não dar conta desse negócio de maternidade, que eu resolvi listar aqui dez mitos sobre cuidados com recém-nascidos. Vale lembrar, o bebê é considerado recém-nascido até os 28 dias. A fase em que o bebê vai dormir, mamar, olhar com aquela carinha de ursinho carinhoso e só. E você vai se desesperar a cada espirro dele. É normal! Acontece nas melhores famílias.

Quer ver o que tem na minha lista? Chega mais! Continuar lendo

Não culpe a mãe sobrecarregada

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Pensei nesse post por semanas, sem saber direito de que forma ia ponderar o que tinha em mente. Hoje, depois de uma autoavaliação, o texto deixou de habitar minha mente para vir morar aqui nesse humilde blog. Para começar, uma cena: uma mãe que grita com o filho, possivelmente, um pequenininho de, sei lá, três, quatro anos, talvez um pouco mais. Ele não fez nada demais, queria dar suco para o boneco de estimação e derrubou tudo na mesa. Normal. Crianças têm dessas coisas. No entanto, a mãe gritou e gritou. Depois, veio a culpa. O pedido de desculpas. Continuar lendo

As singularidades dela

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Dia desses, enquanto a Valentina fazia uma das suas brincadeiras “inventadas”, eu fiquei pensando em como nossos filhos são seres humanos únicos, cheios de singularidades independentes das nossas e como não nos damos conta disso e, muitas vezes, até lutamos contra. A brincadeira “inventada” (para quem ficou curioso) consiste em fechar os olhos e perambular assim, no “escurinho”. Quando falamos “escurinho” ela já sabe. É muito legal!

Nunca antes na vida eu tinha visto uma criança brincar disso, gente? Não estou querendo dizer que a minha filha é demais, especial, magnânima (sim. Ela é tudo isso..rs), mas o que quero ressaltar aqui é como nossas crianças vêm com uma personalidade totalmente delas, e isso é muito rico. Continuar lendo

O tempo das crianças

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A nossa infância é uma fase que passa tão rápido e logo torna-se “outra vida” que poucas vezes paramos para pensar na criança que nós fomos, em como nos sentíamos, em como as experiências juvenis nos tornaram esse ou aquele tipo de adulto. Desde que me tornei mãe, consegui fazer um pouco desse resgate e, mais importante do que isso, consegui olhar para a Valentina como o ser humano que ela é, antes de pensar que ela é MINHA filha, como se isso me desse a primazia de ignorar o que ela sente ou de achar que meus preconceitos são mais importantes do que a felicidade dela. Continuar lendo

Itens de enxoval que NÃO vale a pena comprar

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Hoje é dia de falar com as gravidinhas. Desculpem o lapso, esta mãe que vos fala ainda não inseriu muitos temas para as gestantes, especificamente, mas vou falar mais a respeito. Prometo! Pensando com os meus botões sobre um tema mais prático, que poderia ajudar as quase mães (??) no momento da chegada do bebê, lembrei da época que eu estava perdidona sem saber o que precisa comprar no enxoval, etc.

Por isso, o post de hoje é uma singela listinha com os itens que eu acho que NÃO vale a pena comprar ou que devem ser comprados com bastante parcimônia. No entanto, vale lembrar: estou falando da minha experiência pessoal, talvez alguma mãe discorde, enfim, mas, acredito que vale a dica. Eu lá nos meus idos de grávida, adoraria ler um relato materno a respeito para saber onde dá para economizar (gasta muito, gente, esse negócio de ter filho…rs).

Eis aqui a minha listinha: Continuar lendo

Post polêmico do dia: não grite com seu filho!

 

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A primeira vez que eu gritei com a Valentina ela devia ter uns oito meses, mais ou menos. Lembro que eu estava extremamente cansada, esgotada mesmo, e que me senti muito mal, segundos depois do grito. Ela me olhou assustada e chorou, claro. Naquele momento, eu era a péssima mãe, sem controle, despreparada. 

Não foi nesse dia que decidi que eu não seria uma mãe autoritária, fria e sobrecarregada. Desde que a Valentina nasceu, descobri que a criação com apego – que nada mais é do que criar um filho com empatia – tinha muito a ver com os meus princípios e com minha forma de maternagem. No entanto, não ceder aos impulsos é um exercício contínuo, e educar uma criança é um trabalho hercúleo. 

Por que estou dizendo tudo isso?  Continuar lendo

Bebês não fazem manha! Entenda

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Manha. Você sabe do que estou falando. Alguma vizinha, tia, conhecida – quase sempre com boa intenção – chamou seu bebê de manhoso, nas inúmeras vezes que ele chorou sem motivo. Você acreditou nela? Realmente achou que seu bebê estava praticando esse ato criminoso de ficar de mimimi para cima de você?

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