10 dicas para evitar as birras

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Eu não gosto da palavra birra, pois a considero simplista demais. No entanto, não existem sinônimos, e já que não tem outra, vai essa mesma. A birra.

Ah, como ela enche de trevas nosso pobre coraçãozinho de mãe! Como ela teima em vir nos piores momentos possíveis, sempre que estamos cansadas, em público ou tremendamente estressadas. Eu já falei delas aqui, mas no post de hoje eu quero dar algumas sugestões para desarmar essas bombas. Nem sempre é possível, porque birras fazem parte do desenvolvimento cerebral das crianças, que não sabendo lidar com a frustração, entram em profunda crise e fazem aquela cena que conhecemos. Mas, de vez em quando, dá para evitar. E algumas coisas podem ajudar, nesse sentido. Quer saber quais? Vem comigo!

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Agressividade infantil – Como lidar

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Sempre falo aqui da importância do exemplo na educação dos filhos. E esse é meu norte absoluto para tudo. No entanto, sejamos honestos, ninguém é perfeito. Eu também não. Acontece que minha filha está vendo diariamente as minhas atitudes, como lido com as emoções, como me expresso, como me relaciono, e tudo isso está sendo assimilado pelo cérebro de criança dela. De que forma é um mistério, mas algum impacto, obviamente, vai existir.

Ora, por que estou dizendo isso? Por que recentemente fui surpreendida por uma das professoras da escolinha dela: ela me disse que há alguns dias a Valentina estava muito agressiva, e ela não entendia por que, pois que não existe menina mais doce na face da Terra (palavras dela, não minhas, só floreei um pouco…rs). Esse chamado me fez refletir sobre mim mesma. Sobre como eu estava ensinando – sem querer – minha filha a ser agressiva. Eis o motivo desse post.  Continuar lendo

O desfralde da Valentina

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Faz quase 3 meses que a minha filha desfraldou, e foi tão tranquilo que quase deixei passar batido aqui no blog. Ainda bem que tenho minhas salvadoras listas, que me lembram de tudo. E estava lá “desfralde da Valentina”. Eis o objetivo desse post. Quero contar um pouco da minha experiência e dar algumas dicas para as mães que ainda não passaram por isso – ou estão passando.

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Não superproteja seus filhos

Superproteger os filhos

O equilíbrio é uma ferramenta excepcional, pena que quase ninguém saiba usar. No ímpeto de acertar, erramos, querendo ajudar, atrapalhamos. Não aprendemos, na história da nossa evolução, a identificar os pequenos sinais, que nos levariam ao caminho do bom-senso. Geralmente atropelamos tudo como um boi dentro de uma loja de louças ou coisa assim. Por que estou falando isso? Ora, pois há muito tempo queria escrever sobre superproteção e não sabia bem como dissertar esse troço. Mas hoje estou inspirada e acho que vai rolar. Quer conferir? Continuar lendo

5 dicas para ser uma mãe organizada (mas sem pirar com isso)

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Existe uma coisa que vai embora quando a mulher se torna mãe. Não. Não é a paz. Também não é o tempo. Muito menos a privacidade. Embora todas essas coisas escorram das mãos maternas logo que o bebê dá o primeiro “ué” de sua vida, o que vai embora com a maternidade é a “organização”. Sabe aquela casa linda, limpa, com tudo no lugar – uma cena que mais parece uma obras de arte e me dá vontade de chorar de emoção quando vejo – essa residência idílica deixa de existir para todo sempre amém. E por que estou falando isso? Para acalentar o coração das minhas companheiras de jornada, e também para dar umas dicas bem espertas para  pelo menos ter o que sobra da organização, ou algo assim. Continuar lendo

Sobre dar autonomia para as crianças

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Todo mundo que é mãe sabe o quanto criar filhos é uma tarefa injusta: não temos um treininho que seja, antes de entrar no grande jogo. Tudo o que fazemos é ficar sempre na marca do pênalti, sendo obrigados a chutar para o gol e acertar sempre. De vez em quando, erramos, e a consequência disso não é uma eliminação de campeonato, mas os ruídos que vão fazendo parte do ser humano que estamos construindo. Quis usar a analogia do futebol, pois é como me sinto, às vezes, sendo mãe: como se houvesse uma plateia inteira esperando para ver se meu chute vai na trave, vira gol ou vai para fora. Tenho certeza de que meu sentimento é compartilhado por muitas mães por aí.

Mas por que estou falando isso? Ora, dia desses, caí em um dilema daqueles, depois de um acontecimento trivial. O resultado é que saí com a certeza de que tinha chutado bem longe do gol, e errar na marca do pênalti nunca é uma coisa fácil de digerir. Peraí, não estou divagando, você vai entender o que quero dizer. Minha bola fora da vez foi ter dado autonomia para a minha filha em algo que ela, absolutamente, não estava pronta. Continuar lendo

Parte 3 – Como lidar com o uso de tecnologia na infância

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Agora, vem a parte 3 da trilogia, a mais esperada, a que vai explicar tudo e resolver todos os conflitos. Brincadeira. É só o último post da série sobre tecnologia, que eu comecei há alguns dias (não fale semanas, que não faz tanto tempo assim). O fato é que já provei (acho) por A + B na parte 1 e 2 dessa série que lidar com a tecnologia na infância carece de boas doses de sabedoria e jogo de cintura. Se não leu, não perca tempo, volta duas casas e lê os dois anteriores. Mas se não quiser, tudo bem, que você é livre para fazer o que quiser.

Abaixo, sem mais delongas, trago hoje algumas dicas tiradas de minha própria experiência, já que sou mãe, e também de tudo que li e vi por aí. São ideias de como lidar com a tecnologia na infância, de modo a usá-la a favor e não contra o bom desenvolvimento dos pequenos. Confere tudo que está coisa boa demais esse post.

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Posts em série – Parte 2 – A tecnologia faz mal ou bem às crianças?

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Se você é mãe ou pai e está lendo esse post agora, me ajude com uma enquete: seu filho (a) tem algum aparato tecnológico, como tablet ou celular? Quantas horas por dia ele passa mergulhado nessas telas? Por qual motivo você “liberou” o acesso, digamos assim? Calma, eu sei, são muitas questões, mas é que para esse post é necessário. Não quero aqui ficar falando sozinha, pois parece que estou meio atordoada da mente, então me ajude a achar que tem alguém lendo esse troço (rsrs).

Seguinte: o post de hoje é uma continuação do anterior (se não leu o primeiro, corre lá agora que eu aguardo aqui, de boa) sobre a relação entre tecnologia e infância, ou melhor se é benéfico ou não deixar que as crianças mergulhem no mundo digital, sem pensar no amanhã. Porém, para começar, tenho uma outra pergunta: você que me lê se sente mais produtivo e feliz quando está diante de alguma tela ou longe dela? Continuar lendo

Posts em série sobre tecnologia : O conto da criança e do celular

Crianca e tecnologia

Uma querida amiga de longa data me fez uma sugestão de pauta para o blog: por que não falar de tecnologia na infância, ou melhor como ensinar as crianças a lidarem com a avalanche de aparelhos eletrônicos, cada vez mais e mais potentes e perfeitos? Eis que amei a ideia e cá estou aceitando a sugestão. Mas, nesse post introdutório, quero só contar um caso (prometo que tem tudo a ver, você vai rir e se emocionar).

Eu sempre fui resistente e rígida a respeito do uso de aparelhos eletrônicos por crianças pequenas. Por causa disso nunca deixei a Valentina brincar em celular, tablet, etc. No entanto, um belo dia, não faz muito tempo, eu fiz um teste: baixei um joguinho para a faixa etária dela para ela “experimentar”. Porém, avisei: filha, só um pouquinho! Daqui a pouco a mamãe vai pegar o celular de volta. E ela: tá bom!

Só que você, que me lê, acha mesmo que foi “tá bom” a história toda?

É claro que não!!!!

Quando deu o tempo que eu estipulei na minha mente para tirar o celular da pequena, eis que ela me abriu um berreiro e não entendeu por que eu estava fazendo aquela maldade com ela. Um joguinho tão inocente, joguinho legal, como ela resumiu depois.

Achei esquisita a experiência, mas como curto uma teimosia, insisti mais algumas vezes: sempre por um tempo limitado, explicando para ela e tudo mais.

Acredito que não deu uma semana, e o berreiro quando terminava o “joguinho” continuava. E mais, Valentina foi sendo abduzida (sim, é essa a palavra), não queria brincar de outra coisa, quando eu chamava. Daí eu decidi: eliminei o joguinho do celular, sem dó, nem piedade. E expliquei para a minha pequena criança que ela não estava pronta para jogar, que precisava crescer mais, que essas brincadeiras de celular fazem mal quando são feitas sempre, etc, etc.

Ela ainda pediu alguns dias, mas eu sempre dizia “joguinho, não” como quem expulsa um demônio (kkkk). Depois ela esqueceu. Hoje ela entende que celular da mamãe é para fazer as coisas da mamãe, que o PC e o Notebook que temos em casa é para mamãe fazer texto. Somente TV é liberado, no entanto, é claro, que eu sei tudo que ela assiste, pois o controle remoto é todo meu. TV aberta não faz parte da nossa vida e sempre que posso conversamos sobre os desenhos, brincando, dialogando, imitando os personagens.

Essa historinha é só para iniciar uma série de posts que vou fazer sobre o assunto, pois o tema rende à beça, minha amiga vai se sentir super prestigiada e eu vou ficar feliz por mais essa lista na minha vida.

E esse pequeno conto sobre a iniciação da Valentina no mundo dos celulares me trouxe a importante lição de que ela tem que ficar longe desses aparelhos por muito tempo. A memória do meu celular agradece.

Por hoje, é isso. Mas volto, no próximo post, para falar sobre os impactos da tecnologia na saúde das crianças e depois dando dicas de como lidar com o troço todo.

Bjs!

Crianças que vão para a escola ficam mais doentes?

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A entrada da Valentina na escola – como já contei aqui – foi meio no susto (para o horror do meu espírito virginiano). No entanto, a adaptação dela ocorreu, de modo geral, muito tranquilamente. Tudo lindo, tudo favorável, não fosse um detalhe: desde que minha filha entrou na escola, há cerca de 3 meses, ela disparou a ficar doente, sem nunca melhorar totalmente. E isso tem tirado meu sono, pois é claro que entra em cena a culpa materna, e minha vontade de voltar no tempo e mandá-la para a escolinha mesmo só lá para os cinco anos. Andei pesquisando – e eu meio que já sabia – que crianças que vão para a escolinha adoecem mais mesmo, principalmente, no primeiro ano. E você sabe por que isso acontece? Continuar lendo