Seu caráter é moldado na primeira infância – saiba por quê

crianca-pequena

Dias desses estava eu navegando na internet quando me deparei com uma matéria muito legal sobre o desenvolvimento do cérebro nos primeiros anos de vida. Era uma pesquisa sobre a primeira infância. Eu li aquilo e pensei: eu já sabia (hahaha).

Bom, não sou cientista nem nada, mas sou mãe e algumas coisas aprendi nesses quase dois anos de maternidade. Já falei sobre isso aqui, aqui e aqui, mas vou embasar tudo o que eu disse com uma descoberta científica linda: embora não lembremos dos primeiros anos de nossas vidas, esse período é fundamental para o bom desenvolvimento do cérebro (até aí sem novidades) e mais, ele é tão essencial, que é responsável por “moldar” nosso caráter!

Coloquei entre parênteses por que, evidentemente, caráter é coisa assaz complicada para caber apenas na primeira infância. Tem influência do ambiente, da personalidade, etc, etc, etc. Mas que esse comecinho é impactante isso é. Eu bato muito nessa tecla, por isso sempre peço para a gente dar mais atenção para nossas crianças, pois estamos formando ali seres humanos e todas as nossas ações influenciam na memória afetiva delas.

A pesquisa a que me refiro saiu na publicação Nature Neuroscience e mostrou que as experiências vividas nos primeiros anos, embora não fossem conscientemente lembradas, não se perdiam, mas ficavam armazenadas no que os cientistas chamam de “traço latente de memória”. Trocando em miúdos significa que aquela memória infantil, com o tempo, vai parar em uma espécie de porão do cérebro, lugar onde ninguém da casa quer entrar, mas que existe e faz parte da casa, entendeu?

Dessa forma, essas primeiras experiências acabam por ser até mais influenciadoras do caráter, justamente por acontecerem no período em que o cérebro ainda está em formação. Pensa em uma construção: você vai levantar parede, colocar viga, laje, etc. Vocês entendem que, se nessa primeira fase, o trabalho for meio mal feito ou totalmente desleixado, a casa vai cair mais para frente? Pois então, com humanos, mesma coisa.

Evidentemente, pesquisas científicas estão sempre em “experimentação” (minha gente, como disse lá em cima, não sou cientista. Nem deve ser esse o termo técnico, mas está valendo). Essa relatada acima foi feita em ratos. Há uma pequena grande diferença entre ratos e humanos (nem sempre…rsrsrs), mas não é preciso ser um Einstein para saber que tem bastante fundamento esse estudo.

Quem tiver interesse, achei essa pesquisa na matéria do Brasil Post. Ela é bem recente mesmo. No link tem detalhes bem interessantes a respeito.

Por hoje é isso. Um post curtinho para destoar dos meus textões…hahaha. Bjs.

 

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